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Ato de Flávio Bolsonaro na Paulista reúne aliados e críticas a Moraes

Manifestação em São Paulo teve participação de Tarcísio de Freitas, Ricardo Nunes, Sergio Moro e dirigentes do PL.

Ato de Flávio Bolsonaro na Paulista reúne aliados e críticas a Moraes
Foto: TV Globo

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) participou nesta segunda-feira (7) de um ato de campanha na Avenida Paulista, em São Paulo. A manifestação foi organizada em torno das mensagens “Fora Lula, Fora Moraes” e reuniu apoiadores de sua candidatura e de outros nomes aliados.

A concentração começou por volta das 13h30. Os participantes levaram bandeiras do Brasil, usaram camisetas amarelas e exibiram faixas com críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente ao ministro Alexandre de Moraes.

O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas, esteve no evento. Ricardo Nunes, prefeito da capital paulista, fez um dos primeiros discursos e pediu votos para Flávio, Tarcísio, Guilherme Derrite e André do Prado, candidatos ao Senado.

Derrite (PP) participou da manifestação ao lado de André do Prado (PL), Sergio Moro, candidato ao governo do Paraná, e Valdemar Costa Neto, presidente do PL. Em seu discurso, Derrite falou sobre o combate ao crime organizado e afirmou que os criminosos teriam de deixar o país, ser presos ou neutralizados.

Valdemar defendeu a eleição de Flávio e relacionou o resultado ao futuro do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Só tem um jeito. O Jair Bolsonaro vai ficar preso mais 10 anos se o Flávio não for eleito”, disse.

O ato ocorreu depois da repercussão de mensagens trocadas entre Daniel Vorcaro, ex-banqueiro, e Alexandre de Moraes. As conversas apontam uma relação de proximidade entre o ministro e Vorcaro, que era ex-controlador do Banco Master no período investigado.

A oposição a Moraes já apareceu em mobilizações anteriores da direita. Em 2024, houve convocação de protesto pelo impeachment do ministro. No ano passado, manifestantes também defenderam sua saída em ato na Avenida Paulista.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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