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Política

Celina Leão tem 35% no 1º turno para o governo do DF, diz Quaest

Governadora aparece à frente de José Arruda, com 18%, e Leandro Grass, com 17%, na pesquisa estimulada.

Celina Leão tem 35% no 1º turno para o governo do DF, diz Quaest
Foto: Folhapress

A governadora Celina Leão (PP) lidera a disputa pelo Governo do Distrito Federal no primeiro turno, com 35% das intenções de voto, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (8). José Arruda (PSD) aparece com 18%, seguido por Leandro Grass (PT), com 17%.

Paula Belmonte (PSDB) tem 4% e Ricardo Capelli (PSB), 2%. Kiko Caputo (Novo) e Samara Mineiro (UP) registram 1% cada. Elisson Ferreira (Agir), Professor Robson (PSTU), Expedito Mendonça (PCO) e Rico Pinheiro (PRTB) não pontuaram.

Entre os entrevistados, 15% ainda não decidiram o voto. Outros 7% afirmaram que votarão nulo ou em branco, ou que não irão votar. O levantamento foi feito com uma relação de candidatos apresentada aos participantes, que escolheram uma das opções.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com os números BR-04442/2026 e DF-01987/2026. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A Quaest ouviu 1.104 pessoas de 16 anos ou mais entre 4 e 7 de setembro.

Na pesquisa anterior, Celina tinha 34% das intenções de voto no primeiro turno. A candidatura de Arruda foi barrada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal na última semana. Ele afirmou que recorreria da decisão.

Na corrida pelas duas vagas do Distrito Federal no Senado Federal, Michelle Bolsonaro (PL) lidera com 26%. Leila do Vôlei (PDT) aparece com 17%, enquanto Erika Kokay (PT) tem 13% e Bia Kicis (PL), 11%.

Michelle é esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), aliada de Celina e atuou dentro do PL para que o partido apoiasse a governadora.

A eleição ocorre em meio à crise do Banco de Brasília, relacionada às operações envolvendo o Banco Master, de Daniel Vorcaro. A compra do Master pelo BRB foi articulada pelo ex-governador Ibaneis Rocha (MDB), que tinha Celina como vice.

Ibaneis deixou o governo para disputar o Senado, mas desistiu depois que sua articulação envolvendo o Master se tornou pública. Celina assumiu o comando do Distrito Federal e passou a lidar com a crise.

Para capitalizar o BRB, a gestão de Celina buscava um empréstimo de até R$ 6,6 bilhões com o Fundo Garantidor de Créditos. Na semana passada, o Governo do Distrito Federal acionou o Supremo Tribunal Federal para pedir que a União seja fiadora da operação.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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