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Flávio Bolsonaro critica veto a bets e defende amigo investigado pela PF

Senador afirmou ser contra cassinos online, mas deixou em aberto a continuidade de sites de apostas esportivas.

Flávio Bolsonaro critica veto a bets e defende amigo investigado pela PF
Foto: Mauro Pimentel/AFP

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, criticou nesta sexta-feira (25) a decisão do presidente Lula de proibir o funcionamento de empresas de apostas eletrônicas, conhecidas como bets. Ele classificou a medida como populista, hipócrita e eleitoreira, mas afirmou ser favorável à proibição dos cassinos online.

Flávio deixou em aberto a continuidade de sites de apostas esportivas. Segundo o senador, é necessário separar as plataformas que permitem apostas em eventos esportivos dos jogos de cassino. Ele afirmou ser contra os jogos, embora tenha mencionado que apostas em partidas de futebol são permitidas há décadas.

“Uma coisa é você permitir, como é permitido há décadas, que brasileiros possam apostar nos jogos que são reais”, disse Flávio.

O senador atribuiu ao governo Lula a regulamentação das apostas eletrônicas e chamou o presidente de “pai do tigrinho”. Para Flávio, a decisão anunciada às vésperas da eleição tenta alterar a percepção dos eleitores sobre a política adotada pelo governo.

Lula anuncia nesta sexta-feira (25) a proibição das bets no país, após semanas de discussão no governo. O anúncio será feito em São Paulo, segundo aliados. Depois, o presidente participará de um jantar com empresários.

Integrantes do governo também afirmaram que, após o período de restrições eleitorais, podem ser anunciadas medidas de amparo aos clubes de futebol, incluindo possível aumento na concessão de crédito ou renegociação de dívidas.

Relação com advogado investigado

Flávio também defendeu sua relação com o advogado Willer Tomaz, que o convidou para viagens internacionais em seu jato executivo. Tomaz é alvo da Polícia Federal em um inquérito sobre fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O senador afirmou que o advogado é alvo de perseguição por ser seu amigo. Ele disse que suas esposas são amigas e que seus filhos também mantêm amizade.

“Não dá para querer criminalizar a amizade agora”, declarou Flávio.

Na avaliação do senador, órgãos públicos foram mobilizados para atingir pessoas de seu entorno. Ele citou o Supremo, o Ministério Público, a Polícia Federal e a Defensoria Pública como instituições que estariam aparelhadas.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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