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Candidatos ao governo de Minas apresentam propostas para regiões do estado

Gabriel Azevedo, Mateus Simões, Alexandre Kalil, Patrus Ananias e Cleitinho participaram de entrevistas ao vivo durante a semana.

Candidatos ao governo de Minas apresentam propostas para regiões do estado
Foto: Reprodução

Os cinco candidatos ao governo de Minas Gerais entrevistados durante a semana apresentaram propostas para saúde, segurança pública, educação, infraestrutura, mobilidade, mineração e desenvolvimento regional. Gabriel Azevedo, Mateus Simões, Alexandre Kalil, Patrus Ananias e Cleitinho participaram ao vivo do Inter 1 entre segunda-feira (31) e sexta-feira (4).

As discussões abordaram medidas para o Vale do Rio Doce, Vale do Aço, Vale do Jequitinhonha, Vale do Mucuri e Zona da Mata.

Gabriel Azevedo (MDB), primeiro entrevistado, defendeu que a exploração do lítio no Vale do Jequitinhonha gere empregos, tecnologia e renda para a população local. A proposta inclui agregar valor à produção mineral, com estímulo à industrialização e ao desenvolvimento de tecnologias ligadas ao minério.

Para o Vale do Aço, Azevedo propôs um sistema de bilhete único entre Ipatinga, Timóteo e Coronel Fabriciano. Também citou a modernização das ferrovias, o fortalecimento do turismo em Governador Valadares, a ampliação da telemedicina e a integração das forças policiais por meio de um centro de inteligência. O candidato ainda defendeu governos regionais para descentralizar a administração estadual.

Mateus Simões (PSD), atual governador e candidato à reeleição, afirmou que pretende entregar o Hospital Regional de Governador Valadares em outubro. Segundo ele, os serviços de diagnóstico devem começar em novembro, enquanto o setor cirúrgico está previsto para o início do próximo ano.

Na segurança, Simões propôs a contratação de cerca de 5 mil policiais militares por ano e o aumento do efetivo da Polícia Civil. Ele também apresentou o Escudo Mineiro, programa que prevê câmeras com reconhecimento facial e leitura de placas para monitorar divisas e áreas urbanas. Entre outras propostas, citou escolas cívico-militares, infraestrutura rodoviária, saneamento, recuperação ambiental no Rio Doce e agricultura irrigada no Vale do Mucuri.

Alexandre Kalil (PDT) afirmou que Minas Gerais vive uma situação de “abandono” e defendeu mais investimentos estaduais. Na saúde, propôs hospitais exclusivos para cirurgias eletivas, com o objetivo de reduzir filas. Também defendeu a renegociação da dívida de Minas com a União, criticou as condições das rodovias estaduais e propôs reforçar as polícias Civil e Militar contra organizações criminosas.

Sobre o Vale do Jequitinhonha, Kalil afirmou que a exploração do lítio deve continuar, mas com maior retorno econômico para os municípios da região.

Patrus Ananias (PT) defendeu um modelo de desenvolvimento baseado nas potencialidades de cada região. Entre as propostas, citou investimentos em educação profissional e a criação de escolas técnicas. Na saúde, prometeu concluir hospitais e unidades públicas inacabadas e reduzir filas de cirurgias e procedimentos do SUS.

Na segurança pública, Ananias propôs a integração entre forças estaduais e federais para enfrentar o crime organizado, especialmente em áreas afetadas por facções criminosas. Para o Vale do Jequitinhonha, defendeu a industrialização do lítio em Minas, com geração de emprego e renda e medidas de preservação ambiental.

Cleitinho (Republicanos), último entrevistado, afirmou que pretende incentivar o uso de emendas parlamentares para cirurgias eletivas, em vez de eventos e shows financiados com recursos públicos. A medida, segundo ele, ajudaria a reduzir as filas na saúde.

Na segurança, o candidato propôs câmeras inteligentes nos municípios mineiros para monitorar suspeitos e combater facções criminosas. Também defendeu a redução da alíquota do IPVA, o fim da apreensão de veículos por falta de pagamento do imposto e a revisão de benefícios fiscais concedidos a empresas.

Cleitinho ainda afirmou que pretende concluir o Hospital Regional de Governador Valadares e reduzir a dívida de Minas Gerais com a União por meio do diálogo com o governo federal.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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