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Professores de Sergipe mantêm greve apesar de decisão judicial

Paralisação começou nesta terça-feira (8), com ocupação da sede da Seed e multa diária de R$ 60 mil determinada pela Justiça.

Professores de Sergipe mantêm greve apesar de decisão judicial
Foto: Sintese/Divulgação

Professores da rede pública de Sergipe iniciaram nesta terça-feira (8) uma greve por tempo indeterminado. A paralisação começou com um ato do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese) em frente ao Palácio de Despachos, na Avenida Adélia Franco.

O sindicato informou que a mobilização cobra a valorização dos profissionais e o cumprimento de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que considerou inconstitucional a Lei Estadual 213/2011. Durante o movimento, os professores ocuparam o prédio da Secretaria de Estado da Educação (Seed) e disseram que permanecerão no local até serem recebidos pela responsável pela pasta.

Em nota, a Seed lamentou a decisão do Sintese de iniciar a greve e afirmou que existe uma determinação judicial contra a continuidade da paralisação. O órgão informou que as 319 escolas do estado continuarão abertas e disse que o diálogo com o sindicato permanece.

A secretaria também declarou que a carreira do magistério foi reestruturada e que houve avanços salariais recentes. Segundo a Seed, o governo aguarda o julgamento definitivo, pelo STF, de uma ação sobre a escolaridade mínima para ingresso na carreira.

Na sexta-feira (4), a Justiça de Sergipe havia atendido a um pedido liminar do governo estadual para impedir a greve. A decisão da desembargadora Ana Bernadete Leite de Carvalho Andrade estabeleceu multa diária de R$ 60 mil ao Sintese, limitada a R$ 600 mil, caso a ordem não fosse cumprida.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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