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Conselho aborda limites em casas, restaurantes e famílias após divórcio

Respostas tratam de privacidade, gorjetas, convites para uma casa de lago e responsabilidades entre parentes adultos.

Conselho aborda limites em casas, restaurantes e famílias após divórcio
Foto: Chokniti/Adobe Stock

A pessoa que recebe ajuda para cuidar de uma casa e de um cachorro não deve ser monitorada o tempo todo, segundo a orientação da coluna. O sobrinho havia concordado em cuidar da residência e do velho labrador, mas se sentia desconfortável com as câmeras ligadas enquanto estivesse no local. Ele aceitava acioná-las quando saísse.

A recomendação foi respeitar essa solução intermediária. As câmeras estavam espalhadas pelo quintal, pela sala de estar e pelo espaço onde o cachorro dorme. Como o sobrinho estava prestando um favor, a orientação considerou inadequado mantê-lo sob vigilância 24 horas por dia, sete dias por semana.

Quando a ajuda não inclui administrar adultos

Em outra situação, um homem relatou o constrangimento causado pela insistência do pai em manter contato com os parentes da ex-mulher. Os pais se divorciaram há 40 anos, quando ele tinha 8, e a mãe morreu há 25 anos. Mesmo assim, o pai se sentiu ofendido ao não ser convidado para uma viagem de fim de semana organizada pelo irmão da ex-mulher e pela esposa dele.

O filho explicou ao pai que o divórcio havia criado duas famílias distintas e, mais tarde, avisou ao tio que ele não precisava aceitar um almoço com o ex-cunhado por obrigação. A recomendação foi não assumir a tarefa de administrar as reações dos adultos. A decepção do pai com a falta de convite deveria ser tratada por ele, sem que o filho tentasse controlar a situação.

A orientação também observou que antigos parentes por afinidade podem continuar amigos e manter convivência social. Por isso, o tio e o pai tinham liberdade para decidir se queriam se encontrar. Não seria necessário intervir entre os dois.

Gorjeta depois de 45 minutos

Um casal contou que esperou 45 minutos por dois sanduíches B.L.T. em uma lanchonete quase vazia. O garçom havia anotado o pedido prontamente, e os clientes perguntaram duas vezes sobre a demora. Quando a comida chegou, o profissional pediu desculpas, disse que não controlava a cozinha e informou que a refeição não seria cobrada.

A esposa não queria deixar gorjeta, mas o marido deixou US$ 20. A avaliação foi que o garçom não participava do preparo dos sanduíches depois de encaminhar o pedido à cozinha. Como a refeição acabou sendo oferecida sem cobrança, a orientação considerou que ele provavelmente fez o que estava ao seu alcance, ainda que a espera não tivesse sido ideal.

Convites para a casa no lago

O dono de uma segunda casa à beira de um lago, sem filhos, disse gostar de receber parentes e amigos no imóvel. O incômodo surgia quando pessoas que não mantinham contato pediam hospedagem, inclusive em períodos em que ele não estaria presente.

A resposta foi que ele podia recusar o pedido sem apresentar uma justificativa: não administrava um hotel. Ao mesmo tempo, a recomendação foi não transformar uma solicitação egoísta em ressentimento permanente. Uma alternativa seria dizer que aquele não era um momento conveniente e sugerir retomar o contato depois de tantos anos, dando aos velhos amigos o benefício da dúvida.

As respostas são publicadas na coluna semanal Social Q’s, do The New York Times, assinada por um colaborador que oferece conselhos sobre dilemas sociais.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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