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Polícia identifica suspeito de atropelamento que matou vigia em Teresina

Veículo foi encontrado em uma garagem no mesmo bairro do crime; suspeito ainda não havia sido localizado.

Polícia identifica suspeito de atropelamento que matou vigia em Teresina
Foto: Josiane Sousa - TV Clube/Reprodução

A polícia identificou o homem suspeito de atropelar e matar o vigia Manoel Borges Neto depois de encontrar o carro envolvido no caso. O atropelamento aconteceu na segunda-feira (7), na Zona Leste de Teresina, enquanto a vítima limpava a frente do local onde trabalhava.

Uma câmera de segurança registrou o momento em que Manoel foi atingido. As imagens mostram que o motorista saiu do veículo, observou a cena e deixou o local em seguida.

O carro foi localizado em uma garagem no bairro Vale Quem Tem, onde ocorreu o atropelamento. De acordo com o coronel Pitombeira, comandante do Comando de Policiamento Metropolitano (CPM), um homem que se apresentou como pai do motorista disse aos policiais que o filho dirigia o veículo no momento do acidente.

A identidade do suspeito não foi divulgada. A polícia informou que ele ainda não havia sido encontrado e que os familiares foram orientados a avisá-lo de que deveria comparecer à delegacia. O homem teria deixado o local com destino desconhecido e, conforme o relato apresentado aos policiais, pretendia se apresentar acompanhado de advogado.

O veículo foi apreendido e levado para a Central de Flagrantes de Teresina. A previsão é que ele passe por perícia e permaneça à disposição da investigação. O caso é investigado pela Polícia Civil.

A família afirmou que Manoel era trabalhador e tinha planos. A sobrinha Nazaré Borges disse que ele deixou três filhos e era muito próximo dos parentes.

“Meu tio era um homem muito bom. Tinha 3 filhos, vivia para o trabalho, estava cheio de sonhos e planos”, afirmou Nazaré.

A familiar relatou que a morte devastou a família. O coronel Pitombeira disse que a atuação policial incluiu a identificação do veículo e da proprietária, que foram levados à Central de Flagrantes.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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