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Bocalom promete estimular produção e atrair empresas para o Acre

Candidato afirma que pretende fortalecer a produção primária e criar condições para investimentos na agropecuária e na indústria.

Bocalom promete estimular produção e atrair empresas para o Acre
Foto: Richard Lauriano/Rede Amazônica

O candidato ao governo do Acre Tião Bocalom (PSDB) afirmou nesta terça-feira (8) que pretende estimular a produção primária e criar condições para a instalação de empresas no estado. A declaração foi dada durante compromissos de campanha em Rio Branco.

Bocalom disse que o Acre precisa ampliar a produção e gerar mais riqueza nas cidades e no campo. Na avaliação do candidato, o fortalecimento da produção primária pode ajudar a criar condições para o crescimento das empresas.

“Empresa nenhuma vai se instalar se for um ambiente que não vai ganhar dinheiro”, afirmou. Segundo Bocalom, caberia ao governo estadual criar um ambiente favorável para investimentos na agropecuária, na indústria e em outras áreas.

A agenda do candidato nesta terça-feira (8) inclui entrevistas, gravação de materiais de campanha e visitas a entidades. Bocalom tem como candidato a vice o militar da ativa da Polícia Militar do Acre Sargento Adonis (PSDB).

Pesquisa e cobertura das agendas

Na primeira pesquisa Quaest encomendada pela Rede Amazônica, Bocalom aparece com 15% das intenções de voto para o governo do Acre.

A cobertura das agendas dos candidatos começou em 31 de agosto, seguindo critérios definidos com representantes dos partidos e das coligações. A frequência é determinada pelo desempenho de cada candidato na pesquisa Quaest mais recente, conforme o acordo firmado entre os representantes.

Candidatos com 5% ou mais das intenções de voto têm a agenda exibida de segunda a sexta-feira. Para aqueles com 3% ou 4%, a cobertura ocorre duas vezes por semana. Candidatos com 1% ou 2% aparecem uma vez por semana, exclusivamente aos sábados. Os que não pontuaram na pesquisa têm a agenda exibida a cada duas semanas, também aos sábados.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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