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Bruno Funchal passa a escrever colunas quinzenais sobre economia e finanças

CEO da Bradesco Asset e ex-secretário do Tesouro Nacional abordará política econômica, investimentos, empresas e tecnologia.

Bruno Funchal passa a escrever colunas quinzenais sobre economia e finanças
Foto: 1º.jun.22/Folhapress

O economista Bruno Funchal, CEO da Bradesco Asset Management e ex-secretário do Tesouro Nacional, passará a publicar colunas quinzenais sobre economia, mercado financeiro e gestão empresarial.

Os textos tratarão de política econômica, monetária e fiscal, investimentos, mercado de capitais e dos efeitos da tecnologia sobre negócios e finanças. A primeira coluna será publicada nesta terça-feira (22) no site e na quarta (23) na edição impressa.

Funchal ocupa o cargo de CEO da Bradesco Asset desde maio de 2022. Antes disso, foi secretário da Fazenda do Espírito Santo entre 2017-2018, período em que o estado recebeu nota máxima em relação às finanças estaduais. No governo federal, atuou como secretário do Tesouro Nacional e secretário especial do Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia entre 2020-2021.

Trajetória acadêmica e no setor público

A carreira do economista inclui passagens pela academia, pelo setor público, pelo mercado financeiro e por um programa de rádio sobre economia, no qual permaneceu por cinco anos. Funchal afirma que buscou traduzir assuntos complexos para o público geral em todas essas atividades.

Formado em economia pela Universidade Federal Fluminense, ele é doutor em economia pela EPGE-FGV e fez pós-doutorado pelo IMPA (Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada). Na pesquisa acadêmica, especializou-se nos efeitos de mudanças institucionais e regulatórias e desenvolveu um trabalho sobre a legislação de falências e recuperação judicial.

Em 2005, ainda no doutorado, participou das discussões sobre a lei de falências do governo Lula. Mais tarde, esteve envolvido na elaboração da legislação que começou com o governo Temer e foi aprovada em 2021.

Durante sua passagem pelo Tesouro Nacional, na pandemia, enfrentou o financiamento de um déficit que avançou de cerca de 2% para 9% do PIB (Produto Interno Bruto). Para Funchal, o período deixou déficits, inflação e juros estruturalmente mais altos no Brasil e no mundo. “É um mundo diferente em termos de nível de inflação e juros”, afirma.

Neste ano, ele escreveu uma série de artigos sobre o desafio fiscal do Brasil.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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