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Economia

Dólar recua com desemprego menor e empate entre Lula e Flávio Bolsonaro

Moeda americana caía 0,34% nesta terça-feira, enquanto mercado avaliava dados de trabalho, petróleo e pesquisas eleitorais.

Dólar recua com desemprego menor e empate entre Lula e Flávio Bolsonaro
Foto: Pedro Affonso/Folhapress

O dólar recuava 0,34% nesta terça-feira (29), cotado a R$ 5,207 às 9h54. O movimento ocorria enquanto investidores avaliavam a queda do desemprego no Brasil, novas pesquisas eleitorais e a oscilação dos preços do petróleo no exterior.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou que a taxa de desemprego caiu para 5,3% no trimestre móvel encerrado em agosto, ante 5,6% nos três meses terminados em maio. O resultado é o menor para o período na série histórica da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), iniciada em 2012.

A taxa ficou em linha com a mediana das projeções do mercado financeiro, que também apontava 5,3%, segundo a Bloomberg.

Pesquisas eleitorais

A pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta manhã mostrou Flávio Bolsonaro (PL) com 47,7% das intenções de voto no segundo turno para a Presidência, contra 47,6% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com margem de erro de 1 ponto percentual, os dois aparecem tecnicamente empatados. No levantamento anterior, Flávio tinha 47,4% e Lula, 47,7%.

Também foi divulgada uma pesquisa Quaest sobre a reação dos eleitores à proibição das bets. O levantamento foi realizado com 2.004 eleitores entre quinta-feira (24) e domingo (27), com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

No primeiro turno, Lula aparece com 39% das intenções de voto, ante 34% de Flávio Bolsonaro. Na pesquisa anterior, divulgada no dia 21, os percentuais eram de 37% e 33%, respectivamente. No segundo turno, os dois registram 42%, em empate numérico. Antes, Lula tinha 41%.

Exterior e mercado doméstico

O índice DXY, que mede a força do dólar diante de uma cesta de seis moedas fortes, subia 0,11% no começo do pregão. Os rendimentos dos títulos do Tesouro americano recuavam após dias de alta. A taxa dos papéis de dez anos chegou a 5,271% na segunda-feira (28), enquanto a máxima desta terça-feira era de 5,261%.

Às 9h57, o petróleo Brent caía cerca de 1,80%, cotado a aproximadamente US$ 103 o barril. Na sessão anterior, o dólar havia subido 0,78%, para R$ 5,225, e a Bolsa recuado 0,26%, aos 182.991 pontos.

Na segunda-feira (28), o índice DXY avançou 0,24%, enquanto S&P 500, Dow Jones e Nasdaq caíram 0,77%, 0,67% e 0,92%, respectivamente. A alta do petróleo ocorreu depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitou uma proposta iraniana de trégua temporária na guerra no Oriente Médio.

No Brasil, as taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) para 2027 e 2029 encerraram em 13,57% e 13,90%, com altas de 2 e 9 pontos-base, respectivamente.

Em setembro, o Ibovespa sobe 6,4% e o dólar recua 0,25%. Em agosto, a Bolsa terminou o mês com queda de 0,32%, enquanto a moeda americana acumulou alta de 2,21%.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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