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Petróleo recua após reunião entre Trump e Xi; IPCA-15 entra no radar

Investidores acompanham os sinais entre Estados Unidos e China, as tensões entre Washington e Teerã e os dados de inflação no Brasil.

Petróleo recua após reunião entre Trump e Xi; IPCA-15 entra no radar

Os preços do petróleo recuam nesta sexta-feira, após a reunião entre Donald Trump e Xi Jinping e diante de sinais de entendimento entre Estados Unidos e China. Também estão no radar dos investidores as tensões entre os Estados Unidos e o Irã, os dados do IPCA-15 e o cenário eleitoral brasileiro.

Perto das 15h30, o barril do Brent, referência internacional, caía 0,97%, cotado a US$ 105,57. O West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, recuava 1,80%, a US$ 92,91 por barril.

Xi afirmou que os dois países “alcançaram um entendimento comum em muitas questões”. Entre os temas tratados pelos presidentes estavam tarifas, terras raras, compras de produtos agrícolas, inteligência artificial, chips, aviação e investimentos. A conversa também abordou Taiwan e Irã.

O líder chinês disse que as duas potências devem buscar novas formas de entendimento e pediu que evitem um confronto. Trump, por sua vez, afirmou manter “uma verdadeira amizade” com Xi, baseada no respeito mútuo e no interesse dos povos dos dois países.

Na quarta-feira, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, disse que Washington e Pequim concordaram em estender por dois meses a trégua comercial que terminaria em 10 de novembro. O acordo, com a extensão, permanece válido até janeiro. Bessent afirmou que o prazo adicional pode permitir negociações para um entendimento mais amplo, mas disse que ainda não está claro se haverá um acordo até 10 de janeiro.

Estados Unidos e Irã

O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, declarou na quinta-feira que os Estados Unidos precisam decidir se querem encerrar a guerra. Ele também afirmou que o Irã não deseja a continuidade do conflito e que está disposto a negociar um acordo dentro das normas internacionais.

Na quarta-feira (24), durante discurso na Assembleia Geral da ONU, Pezeshkian havia dito que o Irã não vai se “ajoelhar” diante dos Estados Unidos. A declaração ocorreu depois de Trump reconhecer que Washington mantém conversas com Teerã.

Inflação e eleições

No Brasil, o mercado aguarda os novos dados do IPCA-15, considerado a prévia da inflação oficial. A expectativa é de alta em setembro, influenciada pela reversão do Bônus de Itaipu nas tarifas de energia elétrica e por uma queda menor nos preços da gasolina.

O calendário eleitoral também está em destaque. Nesta sexta-feira (24), haverá um debate com candidatos ao Senado por São Paulo, às 13h, com mediação da jornalista Ana Paula Campos. O encontro será realizado em um estúdio na redação da TV Globo na capital paulista.

Na Ásia, o Hang Seng, de Hong Kong, caiu 1,01%, enquanto o Nikkei, do Japão, avançou 1,30%. O Kospi, da Coreia do Sul, o SSEC, de Xangai, e o CSI300 não operaram por causa de um feriado local.

O acumulado da semana foi de +0,95%, o do mês ficou em +0,26% e o do ano, em -5,39%. Em outra referência de desempenho, os resultados foram de -0,68% na semana, +3,69% no mês e +14,18% no ano.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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