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Economia

Quando uma dívida pode ajudar a aumentar renda ou patrimônio

O impacto do endividamento depende do uso do dinheiro, do custo dos juros e da capacidade de pagamento.

Quando uma dívida pode ajudar a aumentar renda ou patrimônio

Dívida não é necessariamente prejudicial. O que diferencia um endividamento favorável de um problemático é a finalidade econômica e o efeito sobre o orçamento.

Uma dívida pode ser considerada boa quando o dinheiro tomado tem potencial para elevar a renda ou contribuir para a formação de patrimônio. Para isso, o retorno esperado precisa superar o custo dos juros. Caso contrário, o compromisso pode não compensar financeiramente.

Já o endividamento ruim está associado à antecipação de consumo. Nessa situação, a dívida tende a avançar em ritmo maior que a renda e pode pressionar as despesas do mês. O problema se agrava quando o crédito é caro e não há planejamento para quitar as parcelas.

O ponto central, portanto, não é simplesmente ter uma dívida, mas assumir compromissos que não cabem no orçamento ou cujo custo supera os benefícios. No Brasil, esse tipo de endividamento preocupa porque pode enfraquecer o consumo e contribuir para uma perda de ritmo da economia.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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