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Starbucks anuncia fechamento de 250 lojas nos Estados Unidos

Unidades representam cerca de 1% da rede no país; empresa prevê US$ 300 milhões em despesas de reestruturação.

Starbucks anuncia fechamento de 250 lojas nos Estados Unidos
Foto: Getty Images via AFP

A Starbucks fechará 250 lojas de baixo desempenho nos Estados Unidos ao longo desta semana, informou a empresa na quinta-feira (24). As unidades equivalem a cerca de 1% dos 18 mil estabelecimentos da rede no país.

Mike Grams, diretor de operações da Starbucks, afirmou que as cafeterias não atingiram os níveis esperados de experiência do cliente ou ficaram abaixo das metas financeiras. Ele também disse que as operações na América do Norte voltaram a apresentar crescimento robusto, embora algumas lojas ainda tenham desempenho inferior ao esperado.

Os fechamentos resultarão em US$ 300 milhões (R$ 1,5 bilhão) em despesas de reestruturação. O valor está relacionado à rescisão de contratos de aluguel e a benefícios para funcionários.

No trimestre encerrado em 28 de junho, as vendas das lojas da América do Norte abertas havia pelo menos um ano cresceram 8,1% na comparação com o mesmo período do ano anterior. As ações da companhia ficaram estáveis no início do pregão e acumulavam alta de 11,7% nos últimos 12 meses.

Plano de recuperação

O fechamento de unidades deficitárias faz parte da estratégia conduzida pelo CEO Brian Niccol, que entrou na Starbucks em 2024. Há um ano, a empresa encerrou as atividades de mais de 600 lojas com prejuízo. Niccol também coordenou a venda de 60% das operações de varejo da Starbucks na China para uma empresa de private equity, em uma transação avaliada em US$ 4 bilhões.

A recuperação inclui a contratação de funcionários e a modernização de tecnologias para acelerar a entrega de bebidas. A empresa também retomou práticas como a escrita nos copos, os balcões de condimentos, as canecas de cerâmica e as recargas gratuitas, além de anunciar padrões para facilitar a permanência dos clientes nas lojas.

Em mensagem enviada à empresa neste mês, ao completar dois anos como CEO, Niccol afirmou: “As reformas estão devolvendo assentos, acolhimento e personalidade às nossas cafeterias.”

Os investimentos reduziram a pressão sobre os lucros. Por isso, Niccol pretende cortar US$ 2 bilhões dos custos anuais da Starbucks até 2028.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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