Terça-feira, 8 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,13 · Euro R$ 5,95 · Ibovespa 185.147 +0,00%
A economia explicada todos os dias
Política

Clariana Barão defende revisão da Selic e ampliação do Bolsa Família

Candidata do Democracia Cristã propõe centros integrados para vítimas de violência e revisão de gastos públicos.

Clariana Barão defende revisão da Selic e ampliação do Bolsa Família
Foto: Jornal Nacional/Reprodução

Clariana Barão, do Democracia Cristã, defendeu a revisão de gastos públicos e da taxa básica de juros como parte de seu plano para a Presidência da República. A candidata também propôs ampliar o alcance do Bolsa Família e criar centros integrados para atender mulheres vítimas de violência doméstica.

Ao tratar do ajuste fiscal, Clariana afirmou que há despesas consideradas indevidas que precisam ser revisadas. Ela citou a Selic de 14% ao ano como um fator que encarece financiamentos e linhas de crédito para pessoas que desejam empreender. Na avaliação da candidata, os juros dificultam tanto a contratação de financiamento quanto a abertura de pequenos negócios.

A proposta é realizar uma revisão do ajuste fiscal, mas Clariana não detalhou quais despesas seriam cortadas. Ela afirmou que a redução dos gastos deve incluir itens que oneram as contas públicas.

Para o Bolsa Família, a candidata disse que o programa precisa chegar a pessoas que vivem em regiões sem acesso à internet e que não sabem como fazer o cadastro. Ao mesmo tempo, defendeu a revisão dos pagamentos para retirar beneficiários que já não necessitam do auxílio.

Clariana afirmou que o objetivo deve ser estruturar pessoas e famílias para que deixem os programas de assistência com dignidade por meio do trabalho.

Na área de segurança e proteção social, a candidata colocou a defesa dos direitos das mulheres e das crianças como prioridade. Para enfrentar o feminicídio, propôs centros únicos de atendimento a vítimas de violência doméstica.

Nesses locais, a mulher que denunciasse a agressão teria acesso à Delegacia Especializada da Mulher e poderia ser encaminhada para profissionalização. Clariana criticou o atendimento atual, em que a vítima recebe uma lista de endereços ao procurar ajuda, em vez de acolhimento integrado.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.