A desaprovação ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva chegou a 50%, enquanto 43% dos eleitores disseram aprovar a administração, segundo pesquisa Quaest. No levantamento anterior, divulgado em 2 de setembro, os índices eram de 48% e 45%, respectivamente.
As duas variações ficaram dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Ainda assim, a diferença entre desaprovação e aprovação aumentou de três para sete pontos, deixando de haver empate técnico entre os indicadores. Outros 7% não souberam ou não responderam, mesmo percentual registrado anteriormente.
Avaliação do governo
Na avaliação por categorias, que considera as opções ótimo, bom, regular, ruim e péssimo, a parcela que classifica o governo como ruim ou péssimo passou de 37% para 38%. A soma de ótimo e bom oscilou de 35% para 34%.
A avaliação regular ficou em 25%, e 3% não souberam ou não responderam. Os resultados anteriores para esses dois grupos também eram de 25% e 3%.
A pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre os dias 03 de setembro a 06 de setembro. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-01720/2026. O nível de confiança é de 95%, com margem de erro de dois pontos.
Percepção sobre economia e renda
Para 49% dos entrevistados, a situação econômica do país piorou nos últimos 12 meses. Outros 29% disseram que ela ficou do mesmo jeito, e 19% afirmaram que melhorou. Os três percentuais são iguais aos registrados em 2 de setembro. A parcela que não soube ou não respondeu foi de 3%.
Sobre a renda familiar, 54% afirmaram que ela não aumentou ou cresceu menos que o custo de vida no último ano. O grupo reúne 33% que não tiveram aumento e 21% que relataram uma alta inferior à dos preços.
Outros 33% disseram que a renda aumentou tanto quanto o custo de vida, 10% afirmaram que ela cresceu mais que o custo de vida e 3% não souberam ou não responderam. Os resultados permaneceram iguais aos da pesquisa anterior.
Endividamento
A parcela dos eleitores que afirmam ter muitas dívidas subiu de 22%, em 5 de agosto, para 28% nesta rodada. No mesmo intervalo, o grupo sem dívidas caiu de 31% para 27%, enquanto o percentual dos que têm poucas dívidas passou de 47% para 44%.
Na rodada atual, 44% disseram ter poucas dívidas, 28% muitas dívidas e 27% nenhuma dívida. Outros 1% não souberam ou não responderam.



