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Pazolini tem 47% e lidera disputa pelo governo do Espírito Santo, diz Quaest

Levantamento mostra o governador Ricardo Ferraço com 38%; brancos e nulos somam 10%, e indecisos, 5%.

Pazolini tem 47% e lidera disputa pelo governo do Espírito Santo, diz Quaest

Lorenzo Pazolini (Republicanos) lidera as intenções de voto para o segundo turno da eleição para o governo do Espírito Santo, com 47%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (14). O governador Ricardo Ferraço (MDB) aparece com 38%.

Brancos e nulos representam 10% dos entrevistados, enquanto 5% ainda estão indecisos. O levantamento ouviu 1.098 eleitores com 16 anos ou mais, de sábado (10) a terça-feira (13). O nível de confiança é de 95%, e a margem de erro máxima é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa foi encomendada pela TV Gazeta e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o código ES-00468/2026. É o primeiro levantamento da Quaest no Espírito Santo depois do primeiro turno. Pazolini terminou essa etapa com 49,65% dos votos válidos, contra 34,06% de Ferraço.

Evolução da disputa

Os levantamentos anteriores indicaram crescimento de Pazolini em relação ao governador. No final de agosto, Ferraço tinha 35%, contra 28% do candidato do Republicanos. Em 25 de setembro, a diferença ficou dentro da margem de erro: Ferraço registrou 33%, e Pazolini, 31%, mantendo a liderança numérica.

A inversão ocorreu na pesquisa de 3 de outubro, um dia antes da votação do primeiro turno. Pazolini marcou 34% das intenções de voto, ante 31% de Ferraço.

Pazolini foi prefeito de Vitória, eleito em 2020 e reeleito em 2024. No estado, ele conta com o apoio do senador Flávio Bolsonaro (PL) e afirmou durante a campanha que pretende fazer o primeiro governo de direita da história do Espírito Santo.

Ferraço se apresentou como candidato de centro-direita em sabatina para A Gazeta e a CBN Vitória, mas não declarou apoio a nenhum candidato à Presidência durante as campanhas de primeiro e segundo turno. Ele assumiu o governo no início de abril, após a renúncia de Renato Casagrande (PSB), que deixou o cargo para disputar o Senado.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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