Economia
TST adia decisão sobre greve dos Correios para quinta-feira
Ministro interrompeu julgamento após a estatal apresentar documentos; federação orienta trabalhadores a manter a paralisação até a nova sessão.
Ministro interrompeu julgamento após a estatal apresentar documentos; federação orienta trabalhadores a manter a paralisação até a nova sessão.
Tribunal analisa a legalidade da paralisação e as reivindicações, com plano de saúde como principal ponto de divergência.
Corte considerou que a falta de pagamento e o desrespeito ao descanso entre jornadas justificavam a saída com direitos de demissão.
Luiz Philippe Vieira de Mello Filho afirmou que a reforma de 2017 foi aprovada sem diálogo amplo e gerou distorções no Judiciário.
Empresa pede que o TST considere a paralisação abusiva; Findect orienta trabalhadores a manter e ampliar o movimento.