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Grito dos Excluídos mobiliza defesa das mulheres e da Amazônia no Amapá

A 32ª edição do ato ocorre no feriado da Independência, com missa e caminhada por bairros do Amapá.

Grito dos Excluídos mobiliza defesa das mulheres e da Amazônia no Amapá
Foto: Projeto Árvores Gigantes da Amazônia/Divulgação

O 32º Grito dos Excluídos ocorre nesta segunda-feira (7), feriado da Independência, no Amapá. A mobilização combina celebração religiosa e protesto contra injustiças sociais, com o tema “Vida em primeiro lugar”. Entre os focos do ato estão a defesa das mulheres e da Amazônia.

A programação é organizada em torno de dois eixos: “Na defesa da terra, da paz e da moradia” e “Erguemos a voz: mulheres vivas e soberanas”. A proposta é reafirmar o compromisso com uma vida justa e digna.

Após a missa, os participantes fazem uma caminhada pelos bairros Brasil Novo, Nova Colina, Alencar e Sol Nascente. O trajeto termina na Igreja Santa Teresa de Calcutá.

Origem do movimento

O Grito dos Excluídos surgiu depois da 2ª Semana Social Brasileira, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em 1993 e 1994. A iniciativa buscava dar continuidade às discussões sobre “O Brasil que a gente quer”.

O movimento também recebeu inspiração da Campanha da Fraternidade de 1995, cujo tema era “Fraternidade e Excluídos” e o lema, “Eras tu, Senhor?”. Realizado em 7 de setembro, o ato se apresenta como contraponto ao Grito da Independência, proclamado em 1822.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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