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FMI eleva previsão de inflação global e vê pressão sobre alimentos e energia

Fundo afirma que os preços de produtos básicos seguem altos e reduzem o poder de compra de forma duradoura.

FMI eleva previsão de inflação global e vê pressão sobre alimentos e energia
Foto: Reuters

O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou nesta terça-feira (6) que a pressão sobre os preços de alimentos, energia e outras matérias-primas está durando mais do que o previsto. O organismo relaciona o movimento às guerras no Irã e na Ucrânia e às interrupções nas cadeias de abastecimento provocadas pela pandemia de Covid-19.

Os preços globais de muitos produtos básicos permanecem elevados há vários anos. Em publicação no blog, o FMI disse que os itens de primeira necessidade continuam ficando mais caros em relação a outros bens há mais de um ano e seguem em níveis persistentemente altos.

Para o fundo, o efeito não se limita a um aumento temporário das despesas. A inflação também provoca uma perda prolongada do poder de compra de produtos básicos quando comparados a outros artigos. Os salários, segundo a instituição, têm dificuldade para acompanhar essa pressão contínua.

A guerra no Irã, iniciada em fevereiro deste ano, levou o FMI a revisar para cima a previsão de inflação global. O índice deve chegar a 4,7% em 2026, contra 4,1% no ano anterior.

O fundo informou que pretende divulgar na próxima semana a parte principal da atualização do relatório “Perspectivas da Economia Mundial”, com novas estimativas para o crescimento e a inflação globais. A instituição também alertou que os chamados choques de oferta podem produzir efeitos além de “alguns meses de inflação mais alta”.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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