O Tribunal de Comércio Internacional dos Estados Unidos analisa nesta quarta-feira (30) ações contra tarifas impostas pelo presidente Donald Trump a produtos de 60 parceiros comerciais. O governo afirma que esses países não impediram a entrada de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
As ações foram apresentadas por quatro pequenas empresas e 25 estados norte-americanos governados por democratas. Os autores dizem que Trump excedeu seus poderes ao estabelecer as cobranças, que atingem produtos da União Europeia, da China e de outros parceiros comerciais.
Análise e decisão
O grupo também sustenta que as tarifas representam uma tentativa de recuperar a liberdade para impor cobranças sem restrições. Essa possibilidade foi limitada pela Suprema Corte em fevereiro.
O caso será examinado por três juízes nomeados por Trump, Barack Obama e Joe Biden. Não há previsão de decisão imediata. O resultado será divulgado por escrito depois da audiência, mas ainda não há data definida para a publicação.
As tarifas são um dos principais instrumentos da política externa de Trump, que as utiliza para pressionar outros países a negociar acordos comerciais. Em 20 de fevereiro, a Suprema Corte derrubou a maior parte das tarifas de amplo alcance adotadas pelo presidente e decidiu que ele não poderia recorrer a poderes



