São Paulo, Segunda-feira, 12 de outubro de 2026
Dólar R$ 4,99 · Euro R$ 5,58 · Ibovespa 209.067 -0,00%
A economia explicada todos os dias
Política

Flávio Bolsonaro e Lula mantêm rejeição de 45% na pesquisa Datafolha

Senador e presidente empatam dentro da margem de erro; levantamento ouviu 2.506 eleitores entre terça-feira (29) e quinta-feira (1º).

Flávio Bolsonaro e Lula mantêm rejeição de 45% na pesquisa Datafolha
Foto: Evaristo Sá e Mauro Pimentel/AFP

A rejeição a Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) permanece em 45% para cada um, segundo a pesquisa eleitoral mais recente do Datafolha. O percentual corresponde aos eleitores que dizem não votar de jeito nenhum no senador ou que declaram reprovar o presidente.

O empate está dentro da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos. Na semana passada, os dois também apareciam com 45% de rejeição.

Pesquisadores do instituto entrevistaram 2.506 eleitores entre terça-feira (29) e quinta-feira (1º). O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o código BR-0839/2026.

Abaixo de Flávio e Lula, aparecem candidatos que estão na parte inferior da pesquisa: Renan Santos (Missão), com 16%; Romeu Zema (Novo), com 15%; Ronaldo Caiado (PSD), com 14%; e Augusto Cury (Avante), com 11%.

O levantamento incluiu acontecimentos políticos da semana, como a medida provisória editada por Lula para proibir as bets no país e a discussão envolvendo Nossa Senhora Aparecida. O debate surgiu após uma fake news afirmar que Flávio Bolsonaro cassaria o título de padroeira do Brasil atribuído à santa.

O senador também enfrentou uma questão de imagem após mensagens atribuídas a um ex-sócio serem divulgadas pelo site PlatôBR. Segundo o conteúdo, Flávio combinava festas com garotas de programa, recebia presentes e fazia lobby no Supremo. Até o momento, ele não comentou o caso.

O resultado mantém a polarização que se acentuou no Brasil a partir de 2014. Naquele ano, Dilma Rousseff (PT) foi eleita presidente no segundo turno por uma margem mínima sobre Aécio Neves (PSDB) e sofreu impeachment dois anos depois.

A radicalização da disputa entre PT e PSDB, que durava 20 anos, abriu espaço para correntes mais extremas da direita. Esse movimento contribuiu para a candidatura de Jair Bolsonaro (PL) em 2018. Depois, houve quatro anos de turbulência institucional e gerencial, a derrota para Lula em 2022, a tentativa frustrada de golpe que levou o ex-presidente à cadeia e o 8 de Janeiro.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.