A escolha do candidato ao governo de Minas Gerais é definitiva para 59% dos eleitores, enquanto 41% afirmam que ainda podem mudar de voto até a eleição de 4 de outubro. Os dados são da pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (8), que ouviu 1.506 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 4 e 7 de setembro.
No levantamento estimulado, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Cleitinho Azevedo (Republicanos) aparece com 32% das intenções de voto. Patrus Ananias (PT) e Alexandre Kalil (PDT) têm 11% cada, e Mateus Simões (PSD), 8%.
Flávio Roscoe (PL) e Gabriel (MDB) registram 3% cada. Ben Mendes (Missão) tem 2%, Indira Xavier (UP), 1%, e Professor Túlio Lopes (PCB), Henrique Áreas (PCO) e Rafael Duda (PSTU) aparecem com 0%. Os indecisos são 19%, enquanto 12% dizem que votarão em branco, anularão o voto ou não participarão.
Na comparação com o levantamento de 25 de agosto, Cleitinho passou de 29% para 32%. Alexandre Kalil oscilou de 10% para 11%, Mateus Simões foi de 7% para 8% e Gabriel caiu de 5% para 3%. Patrus permaneceu com 11%, e Flávio Roscoe, com 3%.
Voto espontâneo e rejeição
Quando os nomes não são apresentados, Cleitinho tem 16%, contra 4% de Patrus Ananias, 2% de Alexandre Kalil e 1% de Mateus Simões. Gabriel, Flávio Roscoe, Ben Mendes, Rafael Duda, Henrique Áreas, Indira Xavier e Professor Túlio Lopes aparecem com 0% cada. Outros somam 1%; os indecisos são 73% e a parcela de branco, nulo ou que não vai votar é de 3%.
Alexandre Kalil e Patrus Ananias têm os maiores índices de rejeição, com 40% cada entre os entrevistados que conhecem os candidatos e afirmam que não votariam neles. Cleitinho registra 20%, Mateus Simões, 16%, Gabriel, 17%, Flávio Roscoe, 14%, e Ben Mendes, 11%. Professor Túlio Lopes e Rafael Duda têm 7% cada; Henrique Áreas, 8%; e Indira Xavier, 6%.
A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MG-04716/2026 e encomendada pela Globo.



