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Cinco celulares Android intermediários: bateria, câmeras e custo-benefício

Jovi V70 lidera em autonomia, enquanto Galaxy A57 aparece como melhor opção de custo-benefício entre os modelos avaliados.

Cinco celulares Android intermediários: bateria, câmeras e custo-benefício
Foto: Henrique Martin/g1

Escolher um celular Android intermediário em 2026 ficou mais difícil com a chegada de modelos que combinam inteligência artificial, baterias maiores, câmeras de alta resolução e preços que podem chegar a R$ 7.000. Um comparativo com cinco aparelhos aponta o Samsung Galaxy A57 como a melhor opção de custo-benefício e o Motorola Edge 70 Pro como o modelo mais potente.

Os aparelhos avaliados foram Jovi V70, Motorola Edge 70 Pro, Oppo Reno 16, Realme 16 e Samsung Galaxy A57. Os preços variam de R$ 2.100 a R$ 7.000. Os celulares foram emprestados pelas fabricantes e serão devolvidos. A Xiaomi foi convidada, mas não enviou o Redmi Note 17 Pro Max.

Desempenho e especificações

O Moto Edge 70 Pro e o Galaxy A57 dividiram a liderança nos testes gerais de desempenho. O Jovi V70 e o Oppo Reno 16 vieram depois, enquanto o Realme 16 ficou na última posição. Na avaliação gráfica, o Edge 70 Pro liderou, seguido por Oppo, Samsung, Jovi e Realme.

O Motorola é o único entre os cinco com 12 GB de RAM; os demais têm 8 GB. Também é o único com tela de 144 Hz. Os outros modelos usam telas de 120 Hz. A taxa de atualização indica quantas vezes a imagem pode ser atualizada por segundo.

Jovi, Motorola e Realme usam processadores MediaTek: Dimensity 7360 Turbo, 8500 Extreme e 6400 Turbo, respectivamente. O Oppo Reno 16 tem Snapdragon 7 Gen 4, da Qualcomm, e o Galaxy A57 usa o Exynos 1680, fabricado pela Samsung.

Jovi V70 e Motorola têm telas de 6,8”, seguidos por Samsung, com 6,7”, Realme, com 6,5”, e Oppo, com 6,3”. O Reno 16 tem o formato mais compacto, com tela de 6,32”.

Bateria e câmeras

O Jovi V70 teve a maior duração no teste de bateria: 27h15, com capacidade de 7.000 mAh. O Realme 16, também com 7.000 mAh, chegou a 19h39. O Galaxy A57, com a menor bateria, de 5.000 mAh, alcançou 17h32. Edge 70 Pro e Reno 16 empataram em 16h47; suas baterias têm 6.500 mAh e 6.000 mAh, respectivamente.

A capacidade da bateria, porém, não determina sozinha a autonomia. O resultado também depende do gerenciamento de consumo de cada fabricante. Os testes indicam uma estimativa de duração e podem variar conforme o uso.

O Jovi V70 se destaca pela câmera principal de 200 MP e por uma lente grande angular de 8 MP. Motorola e Oppo têm três câmeras traseiras de 50 MP: principal, grande angular e telefoto. O Galaxy A57 combina uma câmera principal de 50 MP, uma grande angular de 12 MP e uma lente macro de 5 MP. O Realme 16 tem uma câmera principal de 50 MP e outra de 2 MP para o modo retrato.

Nas selfies, Motorola e Samsung apresentaram resultados mais equilibrados. O Oppo teve a iluminação mais estourada, com aparência semelhante à de um filtro de embelezamento.

Preços e conclusão

O Jovi V70 custa na faixa dos R$ 3.000. O Edge 70 Pro fica entre R$ 3.200 e R$ 4.500. O Oppo Reno 16 varia de R$ 5.000 a R$ 7.000, o Realme 16 custa R$ 2.400 e o Galaxy A57 fica entre R$ 2.100 e R$ 2.400.

O Edge 70 Pro saiu por R$ 4.499 no lançamento em maio e passou para a faixa dos R$ 3.200. O Galaxy A57 foi lançado em abril por R$ 3.600 e já podia ser encontrado entre R$ 2.000 e R$ 2.400, dependendo da loja.

O Jovi V70 prioriza autonomia e câmera, mas poderia ter configurações mais avançadas pelo preço. O Edge 70 Pro é o mais potente e completo, além de aparecer como segunda opção em custo-benefício. O Oppo Reno 16 equilibra desempenho, câmeras e tamanho compacto, mas o preço oficial de R$ 6.999 reduz sua atratividade. O Realme 16 aposta na bateria, no design e no preço baixo, com desempenho inferior ao dos concorrentes. O Galaxy A57 combina agilidade e preço competitivo e foi considerado o melhor custo-benefício.

Os testes de desempenho usaram PC Mark, 3D Mark e GeekBench 7. Para a bateria, os aparelhos foram carregados a 100% e submetidos a tarefas até chegar a 20% de carga, com brilho automático e luz ambiente durante o dia.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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