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Homem é preso em Curitiba após menina usar sinal de pedido de socorro

Suspeito teria oferecido R$ 50 e levado a menina à força; um primo percebeu o gesto e pediu ajuda em um posto de gasolina.

Homem é preso em Curitiba após menina usar sinal de pedido de socorro
Foto: Reprodução/RPC TV

Um homem de 54 anos foi preso sob suspeita de tentativa de estupro de vulnerável depois que uma menina de 9 anos usou um sinal de pedido de ajuda enquanto ia para a escola. O caso ocorreu na última sexta-feira (9), por volta das 7h30, na capital paranaense.

De acordo com a Polícia Civil do Paraná, o homem teria oferecido R$ 50 para que a criança o acompanhasse até um terreno baldio próximo. Após a recusa, ele teria segurado a menina e a levado contra a vontade dela. A identidade do suspeito não foi informada.

Um primo da vítima, também menor de idade, caminhava logo atrás e identificou o gesto. A menina manteve a palma voltada para a frente, escondeu o polegar na direção da mão e fechou os demais dedos sobre ele. O primo então foi até um posto de gasolina e pediu ajuda.

Frentistas abordaram o homem e a criança. O suspeito correu, mas foi seguido por funcionários do estabelecimento e acabou detido pela Guarda Municipal. A prisão foi realizada pela patrulha escolar, que estava perto do bairro, conforme informou a polícia.

O homem foi levado ao Nucria (Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes da Polícia Civil). Ele foi autuado em flagrante por tentativa de estupro de vulnerável.

A corporação informou que o suspeito cumpria pena em regime aberto por uma condenação por estupro de vulnerável, em 2017. Ele também era monitorado por tornozeleira eletrônica.

O gesto usado pela menina foi criado em abril de 2020 pela Canadian Women's Foundation (Fundação Canadense de Mulheres), durante a pandemia de Covid-19. A organização canadense desenvolveu o sinal para que vítimas de violência doméstica pudessem indicar discretamente que estavam em perigo.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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