SÃO PAULO — Manifestantes realizaram atos de apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 11 capitais nesta terça-feira (13). As mobilizações fazem parte da estratégia de manter a militância nas ruas e buscar votos para o segundo turno da eleição presidencial, marcado para o dia 25 de outubro.
Em São Paulo, apoiadores se reuniram sob chuva no Largo da Batata, em Pinheiros, na Zona Sul. O ato contou com militantes, estudantes e parlamentares, além de discursos dos ex-ministros Fernando Haddad, Simone Tebet e Marina Silva. Também participaram os deputados estaduais Eduardo Suplicy, Thainara Faria, Luiz Fernando, Paulo Fiorilo e Duda Hidalgo, além das deputadas federais Erika Hilton (PSOL) e Professora Luciene Cavalcante (PSOL). A manifestação terminou por volta das 20h35.
Em Brasília, a concentração começou durante a tarde na Esplanada dos Ministérios e seguiu para o Museu da República. Entre os participantes estavam o ex-governador Agnelo Queiroz e os deputados Max Maciel, Gabriel Magno e Erika Kokay.
Houve ainda atos no cruzamento das avenidas Salgado Filho e Nevaldo Rocha; uma caminhada no centro da capital cearense, organizada pelo movimento Juventudes com Lula; e uma marcha iniciada em frente à Igreja Espírito Santo, na Zona Norte, que percorreu ruas até a área comercial da capital sergipana.
Atos em universidades e vias centrais
Entidades estudantis organizaram uma manifestação no Largo da Catedral. Em outra capital, apoiadores se reuniram no Parque da Cidadania e caminharam pelas avenidas Miguel Rosa e Frei Serafim até a Praça da Liberdade, onde houve apresentações artísticas.
Também foram registrados atos em uma das principais avenidas do Centro de Belém, organizados pelo PT, PSOL, movimentos sindicais e estudantis; na Universidade Federal do Espírito Santo; e no pátio da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, onde os participantes fizeram uma caminhada com faixas e cartazes sobre educação.
Lula terminou o primeiro turno atrás de Flávio Bolsonaro (PL). O adversário recebeu 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% do petista. A diferença foi de 1,87 ponto percentual, a menor registrada em eleições presidenciais de primeiro turno no Brasil, conforme os dados apresentados no texto da mobilização.



