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Política

Campanha de Flávio informará ao TSE canal de WhatsApp ‘Tropa do Flávio’

Equipe diz que fará um complemento no cadastro eleitoral após o registro do canal ‘Exército do Lula’, administrado por André Janones.

Campanha de Flávio informará ao TSE canal de WhatsApp ‘Tropa do Flávio’
Foto: reprodução

A campanha de Flávio informou que fará um complemento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para comunicar o endereço eletrônico do canal de WhatsApp “Tropa do Flávio”. A equipe afirma que a medida busca evitar dúvidas sobre o cumprimento das regras eleitorais.

O site https://tropadoflavio.com.br/ já havia sido registrado no TSE pela campanha. Em nota, a equipe disse que todos os sites, perfis e canais de comunicação obrigatórios por lei também já tinham sido informados à Corte.

Registro do canal de Lula

Com mais de 4 milhões de inscritos, o canal “Exército do Lula” foi registrado nesta terça-feira pela campanha do presidente Lula, após uma determinação de Nunes Marques, presidente do TSE. O ministro havia exigido a regularização formal da ferramenta e determinado a suspensão das atividades até que o registro fosse feito.

Nunes Marques afirmou que, depois do cadastro, o canal poderia ser retomado após o prazo de 48 horas. A ferramenta é administrada pelo deputado André Janones (Rede-MG) e tem como objetivo compartilhar áudios, vídeos e orientações com apoiadores de Lula.

A defesa do presidente declarou ao TSE que o registro ocorreu apenas para cumprir a ordem do ministro. Segundo os advogados, a providência não representa assumir a administração do canal nem reconhecer que ele já fazia parte da propaganda eleitoral da candidatura.

A defesa também afirmou que o canal foi criado e é administrado por Janones e “não está sob a supervisão direta da campanha”.

O “Exército do Lula” foi alvo de disputas judiciais entre as campanhas durante o segundo turno. A campanha de Flávio questionou o uso da ferramenta e alegou que ela disseminava conteúdos de desinformação. O conflito se intensificou depois de decisões divergentes na cúpula da Justiça Eleitoral.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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