Leitores discutiram a possibilidade de Flávio assumir a Prefeitura de São Paulo antes da eleição. Jonas Nunes dos Santos comparou a situação à de Fernando Henrique, que, segundo ele, teria se sentado na cadeira de prefeito antes de ser eleito. O gesto provocou a reação de Jânio Quadros, que, depois de vencer a eleição, desinfetou o assento antes de ocupá-lo. Santos afirmou esperar que a precipitação de Flávio tenha desfecho semelhante.
As cartas também trataram da política nacional. José Lino da Silva Lino avaliou que Lula subestimou o efeito dos juros sobre a população e mencionou escândalos envolvendo pessoas próximas ao presidente. Para ele, a oposição disponível não corresponde às expectativas, embora isso já fosse conhecido. Elaine Jardim escreveu que não é possível afirmar que Flávio esteja enganando os eleitores.
A exploração de gás por fraturamento hidráulico e a revisão do papel do Ibama, da Funai e do ICMBio motivaram a manifestação de Maria Eloisa Montero Miguez. Ela questionou se os grandes investidores terão de recalcular a lucratividade dos projetos e projetou lucros elevados no curto prazo, seguidos de queda até um ponto de não retorno, acompanhada pela destruição ambiental.
No debate sobre o Judiciário, Jaime Florencio Martins elogiou Beto Simonetti e defendeu que a fiscalização de cartórios não é atribuição do Poder Judiciário. Para ele, essa deveria ser a principal reforma do setor.
No futebol, Marcos Barbosa comentou a saída de Fernando Diniz do Corinthians. O leitor lembrou a relevância histórica do clube e afirmou que pelo menos três técnicos já haviam recusado o convite para assumir a equipe.



