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Policial civil tem prisão preventiva decretada após atropelamento em São Paulo

Douglas Willian Pedroso é suspeito de dirigir embriagado, fugir sem prestar socorro e atropelar uma mãe e dois filhos em Santana.

Policial civil tem prisão preventiva decretada após atropelamento em São Paulo
Foto: Reprodução/TV Globo

O policial civil Douglas Willian Pedroso, 48, teve a prisão em flagrante convertida em preventiva, sem prazo definido, nesta quinta-feira (1°). Ele é suspeito de dirigir embriagado e atropelar uma mãe e dois filhos na zona norte de São Paulo. A decisão foi tomada em audiência de custódia.

O Tribunal de Justiça de São Paulo também determinou a suspensão do direito de dirigir ou a proibição de obter habilitação pelo período de 12 meses. Segundo o tribunal, não havia informações sobre a defesa do policial.

Pedroso atua na Divisão de Investigação sobre Furtos, Roubos e Receptações de Veículos e Cargas, da Polícia Civil, e dirigia uma viatura descaracterizada no momento do acidente, segundo a polícia. O caso ocorreu no cruzamento da avenida Cruzeiro do Sul com a rua Pedro Vicente, em Santana.

Vítimas

A suspeita é de que o policial tenha avançado o sinal vermelho e atingido a mulher, a filha dela, de 17 anos, e o filho, de 9. As vítimas foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros e pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e levadas ao Hospital das Clínicas.

O menino ficou em estado grave, passou por cirurgia e continua internado. A adolescente não sofreu ferimentos graves. A mãe teve uma lesão no tornozelo e escoriações leves, conforme o boletim de ocorrência.

A Polícia Militar informou que o policial deixou o local sem prestar socorro. Um motociclista que presenciou o caso perseguiu o agente, que dirigia um Chevrolet Cobalt.

De acordo com o boletim, Pedroso disse que sentiu um impacto enquanto dirigia, mas não sabia exatamente o que havia ocorrido. Ele continuou o trajeto, parou depois, telefonou para uma delegada que era sua chefe e retornou ao local, onde as vítimas já recebiam atendimento.

Policiais militares relataram sinais claros de embriaguez e disseram que ele se recusou a fazer o teste do bafômetro. Um exame clínico no Instituto Médico Legal confirmou a embriaguez, segundo o registro policial.

A ocorrência foi encaminhada à Corregedoria da Polícia Civil. O delegado de plantão determinou o recolhimento da arma, exames periciais no veículo e confirmou a prisão em flagrante.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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