São Paulo, Quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,01 · Euro R$ 5,61 · Ibovespa 206.888 -0,00%
A economia explicada todos os dias
Política

Ato em São Paulo reúne aliados e eleitos para campanha de Lula

Evento no Largo da Batata busca mobilizar eleitores ausentes e conquistar votos da terceira via antes do segundo turno.

Ato em São Paulo reúne aliados e eleitos para campanha de Lula
Foto: Adriano Machado/Reuters

A campanha pela reeleição do presidente Lula reuniu nesta terça-feira (13), sob chuva, ex-ministros e jovens eleitos no primeiro turno em um ato no Largo da Batata, na zona oeste da capital paulista. O evento foi organizado pelo PT com apoio do PC do B, do PV e da federação PSOL-Rede.

Fernando Haddad, Simone Tebet e Marina Silva participaram do palanque ao lado de deputados federais e estaduais eleitos, entre eles Erika Hilton, Guilherme Cortez, Natália Boulos, Luna Zarattini, Sâmia Bonfim e Eduardo Suplicy. Lula permaneceu em Brasília após anunciar o pacote Prospera MEI, voltado para microempreendedores individuais.

Chamado de Ato da Virada, o encontro faz parte da estratégia petista para reverter a liderança de Flávio Bolsonaro na disputa pelo Palácio do Planalto. O senador marcou 47,03% dos votos válidos no primeiro turno, contra 45,16% de Lula.

Mobilização nas ruas

A campanha pretende reduzir a abstenção, que chegou a 33,4 milhões de eleitores, e atrair votantes da terceira via. Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Augusto Cury declararam apoio a Flávio Bolsonaro. Renan Santos não se posicionou.

Simone Tebet defendeu a permanência da militância nas ruas até a eleição e citou a necessidade de levar jovens de 16 a 18 anos e eleitores acima de 70 anos às urnas. “Será a melhor idade e a juventude que vai dar a vitória para o presidente Lula”, afirmou a ex-ministra do Planejamento.

Os discursos também abordaram o fim da escala 6x1 e os cortes de R$ 250 bilhões no Orçamento, atribuídos ao adversário. Participaram representantes da bancada da Assembleia de São Paulo, da CUT e da UNE.

O ato ocorreu dois dias depois de uma mobilização na Avenida Paulista, que ocupou grande parte dos 2,8 km da via. Não houve estimativa oficial de público. A campanha não autorizou o sobrevoo de drones, e a lotação levou o Metrô a fechar a estação Trianon-Masp.

Nas redes sociais, o deputado federal André Janones liderou outra frente de mobilização e reuniu mais de 3 milhões de membros no canal Exército do Lula, criado no WhatsApp.

O primeiro levantamento do Datafolha após a definição do segundo turno apontou Flávio Bolsonaro com 52% dos votos válidos e Lula com 48%. Uma nova pesquisa será divulgada nesta quinta-feira (15).

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.