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Flávio Bolsonaro poderá visitar o pai nesta terça-feira em Brasília

Ministro Alexandre de Moraes autorizou a retomada das visitas, mas proibiu manifestações de Jair Bolsonaro com finalidade eleitoral.

Flávio Bolsonaro poderá visitar o pai nesta terça-feira em Brasília
Foto: Afonso Ferreira/TV Globo

O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, disse nesta segunda-feira (12) que visitará o pai, Jair Bolsonaro, nesta terça-feira. A autorização foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após pedido da defesa do ex-presidente.

A visita não ocorrerá nesta segunda-feira porque a data é feriado, conforme as regras estabelecidas pela Justiça. Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em sua casa, no Jardim Botânico, em Brasília. O ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe.

Flávio afirmou que ficou satisfeito com a decisão e atribuiu a autorização ao dia de Nossa Senhora Aparecida. “Fiquei muito feliz que, no dia de Nossa Senhora Aparecida, é o dia que eu estou novamente autorizado a visitar o meu pai”, declarou.

O candidato também criticou o período em que ficou impedido de encontrar o pai. Segundo ele, foram mais de três meses sem visitas. A decisão de Moraes permite a retomada dos encontros, mas impede a divulgação de manifestações de Jair Bolsonaro com finalidade político-eleitoral.

Nossa Senhora Aparecida na campanha

Flávio falou com a imprensa depois de participar de uma missa em homenagem à santa, na Catedral de Brasília. Ele foi acompanhado pelo candidato a vice, Alfredo Gaspar (PL), pela esposa, Fernanda, pela coordenadora da campanha na área econômica, Daniella Marques, e pelos aliados Izalci Lucas (PL-DF), deputado eleito, e Bia Kicis (PL-DF), senadora eleita.

Na última semana da campanha para o 1º turno das eleições de 2026, Nossa Senhora Aparecida passou a ocupar espaço no debate político nacional. Publicações associaram Flávio à intenção de retirar da santa o título de Padroeira do Brasil, o que foi negado pelo candidato.

A controvérsia provocou reações de adversários e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), além de chegar à Justiça. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou publicações na internet sobre o assunto, desde que não vinculassem o projeto ao candidato do PL.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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