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Governo anuncia R$ 200 milhões para financiar produção de games

Pacote prevê crédito mais barato, redução do valor mínimo dos empréstimos e acesso do setor a incentivos federais.

Governo anuncia R$ 200 milhões para financiar produção de games
Foto: Divulgação

O governo federal anunciou nesta quarta-feira (14) um pacote de medidas para apoiar a produção de videogames no Brasil. A iniciativa destina R$ 200 milhões ao financiamento do desenvolvimento de jogos e de soluções digitais inovadoras.

Os recursos serão operados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), agência pública voltada ao apoio de projetos de pesquisa e inovação.

Entre as propostas está a redução do valor mínimo dos empréstimos concedidos pelo Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). A Agência Nacional do Cinema (Ancine) deverá levar ao comitê gestor do fundo a sugestão de diminuir esse piso de R$ 500 mil para R$ 150 mil. A mudança permitiria que empresas em busca de valores menores também acessassem o financiamento.

O governo propõe ainda reduzir os juros dessas operações. A cobrança passaria de Taxa Referencial (TR) mais 2% ao ano para TR mais 0,5% ao ano. A TR é usada como referência em operações financeiras.

O FSA prevê R$ 460 milhões em crédito para a indústria audiovisual em 2026, incluindo o segmento de videogames. Um decreto também reconhece que empresas de games podem utilizar mecanismos federais de incentivo à tecnologia, à pesquisa, ao desenvolvimento, à inovação e à cultura.

A Ancine ficará responsável por regulamentar o acesso do setor aos recursos da Lei do Audiovisual e por propor critérios para financiar projetos com dinheiro do FSA.

O anúncio foi feito durante o segundo turno da eleição presidencial, disputado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo senador Flávio Bolsonaro (PL). No governo de Jair Bolsonaro, pai do senador, houve redução do Imposto de Importação sobre videogames.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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