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Nunes Marques manda TSE avaliar desinformação em canal no WhatsApp

Presidente do tribunal pediu análise urgente sobre a circulação de conteúdos do canal “Exército do Lula” em outras plataformas.

Nunes Marques manda TSE avaliar desinformação em canal no WhatsApp
Foto: Luiz Roberto/TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou nesta segunda-feira (12) que a área técnica do tribunal avalie, com máxima urgência, possível desinformação no canal “Exército do Lula”, no WhatsApp.

O caso foi encaminhado à Assessoria de Enfrentamento à Desinformação do TSE. A unidade deverá reunir informações técnicas sobre os riscos à integridade do processo eleitoral e verificar se os conteúdos analisados também foram publicados em outros canais e plataformas digitais.

A avaliação deverá indicar ainda se houve circulação de materiais idênticos ou semelhantes e eventual ação coordenada para disseminá-los. Nunes Marques pediu também que a assessoria informe se já havia atuado no caso e se tomou alguma medida relacionada ao canal.

Na terça-feira (13), o ministro deve se reunir com os coordenadores das campanhas de Flávio Bolsonaro e Lula para discutir condutas no segundo turno. As duas campanhas criticaram a sequência de decisões judiciais sobre o canal.

Canal voltou a funcionar provisoriamente

No domingo (11), o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, suspendeu a ordem de Nunes Marques e determinou o restabelecimento provisório do canal. A decisão anterior havia atendido a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro e provocado críticas de uma ala do TSE.

Cueva permitiu a continuidade do funcionamento, mas proibiu a publicação de conteúdos falsos já examinados pelo tribunal. O descumprimento pode levar a uma nova suspensão. Para o ministro, a questão deve ser analisada pelo plenário, preservando a liberdade de expressão e evitando restrições mais amplas que as justificadas pelos elementos disponíveis.

Lula, candidato à reeleição pelo PT, classificou no domingo (11) como absurda a decisão que suspendeu o canal e disse que sua campanha pediria explicações. Em declaração antes de um ato com apoiadores na Avenida Paulista, em São Paulo, afirmou: “Acho um absurdo”.

Lula também disse ser alvo de um canal de divulgação de mentiras em massa, sem informar o nome da página ou do canal.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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