Terça-feira, 8 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,13 · Euro R$ 5,95 · Ibovespa 185.147 +0,00%
A economia explicada todos os dias
Brasil

Homem é detido em Criciúma por suspeita de matar mulher durante roubo

Polícia Civil investiga se o crime contra Luana Mendes Darella foi um latrocínio; objetos da vítima estavam com o suspeito.

Homem é detido em Criciúma por suspeita de matar mulher durante roubo
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um homem de 25 anos foi preso em Criciúma nesta terça-feira (8), suspeito de matar Luana Mendes Darella, de 29 anos. A Polícia Civil investiga o caso como possível latrocínio, roubo seguido de morte, porque pertences da vítima foram encontrados com ele.

O assassinato aconteceu em 16 de agosto. Luana foi encontrada morta sobre o sofá da própria casa, no bairro Fábio Silva. Ela vivia no imóvel com os dois filhos, uma menina de 7 anos e um menino de 4 meses. As crianças estavam com vizinhos quando os policiais chegaram e foram encaminhadas à avó materna. Não foi informado se elas presenciaram o crime.

A suspeita é de que Luana tenha sido estrangulada com um fio de carregador de celular. O delegado Túlio Magalhães Falcão afirmou que o homem conhecia a vítima, mas a Polícia Civil não divulgou outros detalhes sobre essa relação.

Prisão e buscas

A prisão temporária foi realizada no bairro Boa Vista. Os policiais também cumpriram mandados de busca e apreensão em imóveis ligados ao investigado nos bairros Boa Vista e Laranjinha. Foram recolhidos objetos e roupas que, segundo a investigação, teriam sido usados por ele no momento do crime.

A identificação do suspeito ocorreu durante a apuração. Com apoio de moradores e comerciantes, os investigadores obtiveram imagens do caminho percorrido pelo homem no dia do assassinato. A partir desse material, a Polícia Civil solicitou ao Poder Judiciário a prisão temporária, de 30 dias, e as ordens de busca.

Embora pertences de Luana tenham sido localizados com o suspeito, a motivação do assassinato ainda não foi esclarecida por completo. O homem foi levado ao Presídio Regional de Criciúma, e as investigações continuam.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.