Terça-feira, 8 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,13 · Euro R$ 5,95 · Ibovespa 185.147 +0,00%
A economia explicada todos os dias
Brasil

Justiça mantém júri de Rogério de Andrade após novas provas no caso Iggnacio

Decisão considera suficientes os indícios contra Rogério e Gilmar pela morte de Fernando de Miranda Iggnacio, em novembro de 2020.

Justiça mantém júri de Rogério de Andrade após novas provas no caso Iggnacio
Foto: Jose Lucena/Thenews2/Estadão Conteúdo

A Justiça manteve a decisão que levará Rogério de Andrade e Gilmar ao Tribunal do Júri pela morte de Fernando de Miranda Iggnacio. A defesa de Rogério havia recorrido, mas a decisão foi mantida no dia 3.

O caso passou a tramitar novamente depois que o Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) reuniu novos elementos em um Procedimento Investigatório Criminal (PIC). A nova denúncia foi recebida em outubro de 2024.

Em junho de 2026, o Supremo Tribunal Federal rejeitou uma reclamação apresentada pela defesa de Rogério. A Corte considerou demonstrada a existência de novas provas, depois de a Segunda Turma do STF ter determinado, em 2022, o trancamento de uma ação penal anterior por fragilidade probatória.

A primeira denúncia do MPRJ contra Rogério pelo mesmo crime havia sido apresentada em 2021. Na investigação atual, o GAECO/MPRJ identificou Gilmar como outro envolvido no homicídio.

Acusação

Segundo a denúncia, o assassinato ocorreu em novembro de 2020, no Recreio dos Bandeirantes, e estaria relacionado à disputa entre Rogério e Fernando pelo controle de pontos de exploração de jogos de azar. A investigação afirma que Rogério determinou a Márcio Araújo de Souza, integrante de sua organização criminosa e homem de sua confiança, que organizasse a execução.

Na decisão de pronúncia, proferida em 18 de agosto, a 1ª Vara Criminal da Capital rejeitou os questionamentos das defesas sobre a validade das provas digitais. Para a Justiça, há indícios suficientes de autoria e participação para submeter Rogério e Gilmar a julgamento pelo Tribunal do Júri.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.