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UE rejeita suspensão de sanções ao diesel russo após acordo anunciado por Trump

Kaja Kallas afirmou que a venda de combustível daria mais receitas a Moscou para financiar a guerra contra a Ucrânia.

UE rejeita suspensão de sanções ao diesel russo após acordo anunciado por Trump
Foto: Mohamed Azakir/Reuters

A União Europeia não pretende suspender as sanções sobre o diesel russo, afirmou neste sábado (10) Kaja Kallas, chefe da diplomacia do bloco. A declaração ocorreu depois de Donald Trump anunciar um acordo para que Moscou forneça combustível ao mercado global.

“Suspender as sanções sobre o diesel russo proporciona a Moscou mais receitas para fazer a guerra”, escreveu Kallas na rede social X. Ela acrescentou que não é o momento de reduzir a pressão sobre a Rússia e que a Europa não adotará essa medida.

Trump anunciou na sexta-feira (9) que a Rússia havia concordado em entregar 300 mil toneladas de diesel “imediatamente”. O plano prevê ainda 500 mil toneladas em novembro e mais 1 milhão de toneladas em seguida.

De acordo com o presidente dos Estados Unidos, o entendimento com Vladimir Putin prevê que a Rússia coloque até 4,8 milhões de toneladas de diesel no mercado mundial. O anúncio foi feito enquanto Washington busca conter os preços dos combustíveis antes das eleições legislativas de novembro.

Putin declarou que o país está preparado para fornecer petróleo e derivados aos Estados Unidos e a outros mercados. Para o presidente russo, essas vendas contribuiriam para a economia global.

O Kremlin informou que Trump e Putin também trataram da resolução do conflito na Ucrânia e da situação no Irã.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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