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Política

Flávio diz que Tarcísio esperava disputar a Presidência antes de apoio de Bolsonaro

Senador afirmou que o governador de São Paulo tinha expectativa de concorrer ao cargo antes de ser escolhido como sucessor do ex-presidente.

Flávio diz que Tarcísio esperava disputar a Presidência antes de apoio de Bolsonaro
Foto: Jean Carniel/Reuters

O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta terça-feira (13) que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) tinha expectativa de disputar a Presidência da República antes de Jair Bolsonaro escolher o filho como candidato. Flávio e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concorrem no segundo turno da eleição presidencial.

Tarcísio nega ter tido essa intenção e diz que seu foco é a reeleição. O governador, porém, era apoiado pelo centrão e por empresários para enfrentar Lula. A possibilidade deixou de avançar depois que Jair Bolsonaro indicou Flávio como sucessor, no fim do ano passado.

A declaração foi feita durante evento da Associação Comercial de São Paulo, na zona sul da capital paulista. Ao falar sobre Tarcísio, Flávio disse que o governador recebeu de Bolsonaro uma missão “no início muito louca”. Também afirmou que o ex-presidente identificou nele potencial para comandar o governo paulista.

O senador declarou ainda que conversa com o senador eleito Guilherme Derrite (PP-SP) sobre segurança pública. O deputado é considerado para um eventual ministério de Flávio.

Segurança pública e Senado

Flávio afirmou estar “achando que El Salvador é muito pouco”, ao mencionar a redução dos índices de criminalidade no país da América Central. A política de segurança salvadorenha também é associada, no texto, à prisão de milhares de pessoas inocentes e a relatos de tortura e violações de direitos humanos.

O candidato disse que pretende alterar a legislação no Congresso Nacional, que teria maioria de direita, para determinar que pessoas condenadas por roubo de celular permaneçam presas por ao menos oito anos e sejam obrigadas a trabalhar. A Lei de Execução Penal já estabelece que o condenado à pena privativa de liberdade deve trabalhar conforme suas aptidões e capacidade.

Flávio também acusou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), de proteger o governo federal ao definir pautas da Casa durante o período eleitoral. A crítica foi relacionada à retomada, após o primeiro turno, da discussão sobre o fim da escala 6x1.

Mais cedo, Flávio participou de um evento que confirmou o apoio da maioria dos diretórios estaduais do MDB à sua candidatura. Baleia Rossi, Tarcísio e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), também participaram. O senador disse que não estará no debate da Band no domingo (18).

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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