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Política

SMS falso usa eleições de 2026 para cobrar PIX por suposta regularização eleitoral

Mensagem imita canais oficiais, pede CPF e direciona a vítima para pagamento de R$ 13,54 por PIX.

SMS falso usa eleições de 2026 para cobrar PIX por suposta regularização eleitoral
Foto: Reprodução

Uma mensagem falsa enviada por SMS em nome do governo federal tenta convencer eleitores de que é necessário regularizar o título antes do segundo turno das eleições de 2026, marcado para 25 de outubro. O conteúdo oferece um link e ameaça o destinatário com possíveis consequências. A mensagem circulou nos dias seguintes ao primeiro turno, realizado no domingo (4).

O texto usa o nome verdadeiro da pessoa que recebe o SMS, o que cria uma aparência de comunicação oficial e personalizada. A mensagem informa: “GOV: [nome do destinatário], regularize seu título antes do segundo turno, evite consequências. Acesse: https: tituloregular[.]com/”.

O endereço indicado não corresponde aos domínios oficiais do governo federal, gov.br, nem da Justiça Eleitoral, tse.jus.br. O site também reproduz o logotipo GOV.BR e apresenta a frase “Seu voto é seu poder. Regularize o seu título eleitoral”, além do botão “Regularizar agora”.

Ao clicar, o usuário é levado a outra página, que solicita o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) para verificar uma suposta pendência no cadastro eleitoral. Em seguida, surge um aviso de que a situação eleitoral estaria irregular e que haveria débitos de R$ 13,54.

A fraude termina quando a vítima seleciona a opção para quitar os débitos e regularizar o título. Nesse momento, é gerado um código de PIX. O dinheiro é direcionado a uma intermediadora de pagamentos, que oculta o nome do beneficiário final.

A Justiça Eleitoral informou que o site tituloregular.com é falso. O cadastro eleitoral está suspenso até 3 de novembro, período em que não podem ser realizados serviços como alistamento eleitoral e regularização de pendências. A instituição também declarou: “A Justiça Eleitoral não realiza qualquer cobrança para realização desses serviços”.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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