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Tecnologia

Governos e tribunais estudam limites para óculos inteligentes com câmeras

Dispositivos da Meta permitem gravar imagens e áudios, gerando propostas de restrição em locais públicos, empresas e tribunais.

Governos e tribunais estudam limites para óculos inteligentes com câmeras
Foto: Reprodução/TV Vanguarda

Governos, tribunais e empresas estão avaliando limitar o uso de óculos inteligentes por causa dos riscos à privacidade. Os dispositivos, popularizados pelos modelos Ray-Ban da Meta, podem fotografar, gravar vídeos e captar áudios. A preocupação é que sejam usados para registrar pessoas ou informações confidenciais sem consentimento.

Na administração pública federal, está em avaliação uma possível proibição de óculos com câmeras em locais de trabalho, por razões de privacidade e segurança. A ministra do Serviço Público, Katy Gallagher, solicitou uma análise sobre a necessidade da medida e eventuais exceções.

Tribunais da Inglaterra e do País de Gales já proibiram o uso dos óculos inteligentes da Meta devido às restrições para gravação de imagens e vídeos nas cortes. Cinemas britânicos também adotam regras para impedir ou limitar dispositivos equipados com câmeras.

Na Europa, autoridades de proteção de dados e parlamentares examinam os riscos da tecnologia. O Comitê Europeu de Proteção de Dados encomendou um relatório sobre a “aceitação social” dos aparelhos. Uma eurodeputada pediu ainda que a Comissão Europeia avalie possíveis medidas.

Também está em discussão uma restrição temporária para óculos com inteligência artificial em áreas públicas de grande circulação. A proposta inclui parques, praias, museus, centros comerciais e eventos. Em agosto, Oslo proibiu o uso desses dispositivos nas escolas.

Em Nova York, o Sistema Judiciário Unificado baniu os óculos inteligentes de todas as suas instalações desde 20 de julho. A regra abrange modelos com ou sem grau e acessórios dotados de câmeras, microfones, computadores ou outras tecnologias capazes de gravar áudio e vídeo. Visitantes devem deixar os dispositivos com funcionários dos tribunais antes de entrar.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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