Cartas de leitores discutem a escala 6x1, a atuação de Flávio Bolsonaro, a esquerda brasileira e a cobertura da eleição. Os textos também abordam a democracia e denúncias de violência de gênero.
Sobre a jornada de trabalho, Paulo Roberto Taveira, de São Paulo (SP), classificou como positiva a possibilidade de acabar com a escala 6x1 e defendeu que cada trabalhador possa atuar conforme sua vontade e necessidade. Marli Moras Garcia, de Vitória (ES), contestou a ideia de que empregados teriam liberdade para escolher quantas horas trabalhar diante da pressão dos patrões.
Natanael Batista Leal, de Brasília (DF), afirmou que a mudança na escala representa uma oportunidade para a aprovação do projeto e disse que ele poderia ser abandonado caso haja mudança de governo. Marcelo Silva, de São Paulo (SP), associou a extrema direita à oposição ao fim da escala 6x1, a benefícios sociais, à educação, à cultura e à preservação ambiental.
Democracia e política
Anete Araujo Guedes, de Belo Horizonte (MG), relacionou a possibilidade de um perdão a Jair Bolsonaro a uma volta de práticas associadas à ditadura e criticou os grupos que, segundo ela, não aceitam perder eleições e poder. Gabriel Bertato, de Araraquara (SP), defendeu a retirada de Lula e de integrantes do Supremo Tribunal Federal.
As opiniões sobre Jones Manoel também foram divergentes. Renata de Almeida, de Campinas (SP), questionou a presença do nome de Garotinho na urna e afirmou que a decisão deveria caber ao povo no segundo turno. Fernando Oliveira, de São Paulo (SP), avaliou negativamente a projeção dada ao influenciador. Já Amanda M. Medeiros, de Brasília (DF), o considerou preparado, articulado e capaz de fazer contraponto a Nikolas Ferreira. Albino Alvarez, de São Paulo (SP), disse que ele pode comentar um passado que não se concretizou.
Raphael Câmara Medeiros Parente, do Rio de Janeiro (RJ), criticou o espaço de opinião e defendeu maior equilíbrio entre posições políticas. Júlio César Degl Iesposti, de Santos (SP), também apontou uma orientação editorial crítica ao governo e mencionou a relação de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro.
Na discussão sobre violência de gênero, Orlando G. de Freitas, de São Paulo (SP), afirmou que ambientes fechados e sem transparência podem aumentar riscos de violência e defendeu vigilância dos pais sobre adolescentes.



