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Leitores discutem segurança, STF, guerra e futebol em cartas

Cartas abordam roubos de celulares em São Paulo, investigações, violência contra mulheres, comércio com Israel e a seleção brasileira.

Leitores discutem segurança, STF, guerra e futebol em cartas
Foto: Zanone Fraissat/Folhapress

Cartas de leitores discutem a atuação do poder público em temas como segurança, investigações, violência contra mulheres, relações internacionais, jornalismo e futebol.

A operação contra a cadeia de roubo, desbloqueio e revenda de celulares em São Paulo motivou críticas à falta de policiamento preventivo. Maria José Persevalli afirmou que a população registra ocorrências e denuncia os crimes há anos, mas ainda sofre com roubos e furtos de celulares e alianças. Ela defendeu que o governador implemente o patrulhamento das ruas.

Ronaldo L. Gonçalves sugeriu uma parceria entre a polícia e os fabricantes para criar medidas de segurança no hardware dos celulares. Segundo ele, os aparelhos com mais recursos de proteção poderiam receber um selo.

Investigações e decisões no STF

Cartas também trataram das investigações envolvendo o banco Master, Vorcaro e um filme sobre Bolsonaro. Alexandre Missael Kozerski defendeu a quebra completa dos sigilos das apurações e pediu investigação sobre Alexandre de Moraes e o afastamento de Mendonça do caso. Flávio Augusto Moreira Gomes afirmou que a discussão envolve um esquema com dezenas de milhões de reais.

Pedro Cardoso Costa questionou a diferença de tratamento dada a recursos relacionados ao filme e ao contrato da esposa do ministro Alexandre de Moraes. Para ele, os valores deveriam ser analisados com a mesma medida.

Sobre a participação de Moraes e Toffoli em uma votação, Neli Faria afirmou que também não deveriam votar ministros cujos filhos tenham escritórios que trabalhem para Vorcaro ou que tenham recebido o empresário.

Violência, saúde e relações internacionais

A morte de uma mulher esquartejada e o caso de um médico que invadiu o apartamento da ex-companheira levaram leitores a abordar a violência de gênero. Anibal Carrion pediu justiça e questionou o medo enfrentado pelas mulheres. Fabiana Santos afirmou que a violência pode atingir mulheres de diferentes cores, rendas e classes sociais.

A discussão sobre o uso de remédios sem eficácia contra a Covid também recebeu comentário. Mário Sérgio Mesquita Monsores observou que algumas pessoas ainda não se convenceram sobre o tema.

A possibilidade de o Brasil suspender o comércio com Israel dividiu as opiniões. Ivone Patelli defendeu a suspensão. Paloma Fonseca afirmou que o país não deveria interromper o fornecimento de alimentos e energia, mas poderia suspender a exportação de materiais e equipamentos usados em atividades militares. Ela citou a suspensão da exportação de equipamentos militares e a ausência de exportação de carvão para Israel.

Jornalismo e futebol

A morte de Claudio Carsughi foi lembrada por Wanderson Marçal, que o classificou como um gigante do jornalismo esportivo. José Paulo Sbroggio afirmou que acompanhou o jornalista pelo rádio e mencionou histórias semelhantes entre suas famílias, ligadas à imigração italiana no pós-guerra.

A pena de morte também foi criticada. Fernando de Paula Souza Junior afirmou que ela representa excesso de poder concedido ao Estado e questionou o apoio de liberais e direitistas à medida.

No futebol, Tadeu Humberto Scarparo Cunha avaliou que o Brasil parou no tempo em organização e subvalorizou a tática. Para ele, técnica e criatividade são importantes, mas insuficientes diante de um futebol cada vez mais científico.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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