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TRE diz que carteira funcional foi confundida com celular durante voto de Gilmar Mendes

Tribunal afirma que objeto levado pelo ministro durante a votação em Diamantino era uma carteira com uma colinha.

TRE diz que carteira funcional foi confundida com celular durante voto de Gilmar Mendes
Foto: Reprodução

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) informou que o objeto levado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes durante a votação em Diamantino era uma carteira funcional acompanhada de uma colinha, e não um celular.

Imagens do ministro no local geraram questionamentos entre eleitores porque o uso de celular durante a votação é proibido, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Após a repercussão, um juiz eleitoral foi até a seção, conversou com os mesários e registrou em ata a informação de que se tratava de uma carteira funcional.

O TRE também afirmou que imagens da chegada de Gilmar ao local confirmam a versão apresentada pelos mesários.

Vínculo com Diamantino

Nascido em Diamantino, o ministro mantém domicílio eleitoral no município e saiu de Brasília para votar. Ele compareceu à Escola Estadual Plácido de Castro, no Centro Histórico da cidade, e deixou o local sem falar com a imprensa.

A família de Gilmar tem ligação com a política local, e ele mantém o vínculo eleitoral com o município onde nasceu. O ministro integra o STF desde 2002, quando passou a ocupar a vaga aberta com a aposentadoria de Néri da Silveira. A indicação foi feita pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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