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Asur conclui compra de aeroportos e escolhe José Formoso para operação brasileira

Executivo comandará os 17 aeroportos brasileiros adquiridos pelo grupo mexicano em transação de R$ 11,5 bilhões.

Asur conclui compra de aeroportos e escolhe José Formoso para operação brasileira

A compra dos aeroportos da Motiva pela Asur envolveu R$ 11,5 bilhões e marcou a maior expansão internacional da história do grupo mexicano. A operação foi concluída em setembro e inclui 20 terminais, dos quais 17 estão no Brasil.

Do total negociado, R$ 5 bilhões correspondem à participação acionária da Asur nos ativos aeroportuários. Os R$ 6,5 bilhões restantes são relativos a dívidas líquidas. Além dos terminais brasileiros, a transação envolve unidades em Curaçao, Costa Rica e Equador.

Novo comando no Brasil

José Formoso foi escolhido para ocupar o cargo de CEO da Asur Brasil. Ele ficará à frente da gestão e da participação da empresa nos aeroportos brasileiros adquiridos da Motiva, que havia anunciado no ano passado sua saída do setor aeroportuário.

Formoso comandou a Embratel de 2004 a 2025, por mais de duas décadas, e depois foi CEO da Claro Empresas. Ele também integra os conselhos da Claro Brasil, da Copasa e da Brasscom, além de ocupar a vice-presidência do conselho de administração da Amcham Brasil.

“Assumir a liderança da Asur Brasil é um privilégio e uma grande responsabilidade”, afirmou Formoso em nota. Segundo ele, a prioridade será realizar uma transição segura, organizada e eficiente, reunindo a experiência internacional da Asur ao conhecimento das equipes que atuam nos aeroportos.

Ativos e movimentação

A operação brasileira abrange os aeroportos de São José dos Pinhais, Belo Horizonte, Goiânia, Pelotas, São Luís, Uruguaiana, Pampulha, Bacacheri, Bagé, Foz do Iguaçu, Imperatriz, Joinville, Londrina, Navegantes, Palmas, Petrolina e Teresina.

De acordo com a Motiva, os 20 aeroportos conectam mais de 200 rotas regulares e movimentaram mais de 48 milhões de passageiros em 2025, alta de 6,1% ante 2024.

A Asur foi fundada em 1998 e tem sede no México. O grupo atua no Brasil, México, Colômbia, Porto Rico, Equador, Costa Rica e Curaçao, além de manter atividades comerciais em aeroportos dos Estados Unidos. No mercado brasileiro, seus principais concorrentes são Aena, Fraport, Zurich Airport, Vinci Airports, Inframerica e Invepar.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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