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CSN assina acordo para vender usina alemã por 550 milhões de euros

A operação com a espanhola Bipadosa envolve a SWT, unidade de aços longos comprada pela CSN em 2012.

CSN assina acordo para vender usina alemã por 550 milhões de euros
Foto: Reuters

A CSN assinou um acordo vinculante para vender a SWT, usina de aços longos na Alemanha, à espanhola Bipadosa por 550 milhões de euros (R$ 3 bilhões). A empresa informou o negócio nesta sexta-feira (9).

A Bipadosa controla o grupo siderúrgico espanhol Megasa, que tem operações industriais na Espanha, em Portugal e na França. Antes da conclusão da venda, as partes terão um período de exclusividade de dez semanas para assinar os documentos definitivos.

A SWT foi comprada pela CSN em 2012, como parte da estratégia de diversificação do portfólio de produtos e da atuação geográfica da siderúrgica. Na ocasião, o valor anunciado foi de 482,5 milhões de euros (R$ 2,6 bi), considerando a premissa de endividamento zero.

A usina tem capacidade instalada de 1,1 milhão de toneladas de aços longos por ano. Nos resultados do segundo trimestre deste ano, a CSN informou que a unidade havia registrado sua melhor marca de vendas desde o primeiro trimestre de 2022, com 205 mil toneladas.

Em fato relevante, a CSN afirmou que a possível venda faz parte do programa de desinvestimentos da companhia e tem o objetivo de reduzir o nível atual de endividamento. “A potencial alienação das ações da SWT representa mais um passo importante no programa de desinvestimentos da CSN com o propósito de reduzir o seu atual nível de endividamento”, disse a empresa.

Além da operação na Alemanha, a CSN mantém presença em Portugal por meio da produtora de aços planos Lusosider. A companhia também teve ativos nos Estados Unidos, vendidos à Steel Dynamics em 2018.

No Brasil, a CSN informou em agosto que recebeu propostas vinculantes pela sua produtora de cimento. As propostas deveriam superar R$ 10 bilhões. Ao fim de junho, a companhia tinha alavancagem financeira de 3,49 vezes e dívida líquida de R$ 42,1 bilhões.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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