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Satyricon mantém tradição de frutos do mar em Ipanema

Restaurante aposta em peixes frescos, preparos mediterrâneos e pratos clássicos, com preços que chegam a R$ 298.

Satyricon mantém tradição de frutos do mar em Ipanema
Foto: Reprodução/Instagram @restaurante_satyricon

O Satyricon mantém em Ipanema a reputação de servir frutos do mar frescos, em uma cozinha de perfil mediterrâneo e com pratos clássicos. O restaurante fica na R. Barão da Torre, 192, e tem o salão marcado por ambiente sóbrio e um balcão com ostras e pescados sobre o gelo.

Na entrada, um aviso proíbe trajes de banho. O aquário de água salgada que antes recebia lagostas e peixes para escolha dos clientes estava desativado na visita. O restaurante informou que não utiliza mais o espaço dessa maneira.

A casa trabalha com preparos crus, como carpaccios e tartares, além de pratos quentes que também saem do balcão. Entre eles está o pargo inteiro assado em sal grosso, receita que ganhou fama após uma visita de Madonna.

Peixes e pratos clássicos

O almoço começou com o carpaccio trimare, de pargo, atum, salmão e robalo finamente fatiados, servido com molho à base de azeite. Também foram pedidos um tartare de salmão e guacamole, que poderia ter mais tempero. Os peixes foram considerados impecáveis.

O prato principal foi o cherne grelhado à belle meunière, por R$ 210. O peixe chega com molho de manteiga e vinho, alcaparras, shiitake e camarões, acompanhado de arroz de limão e batatas fritas.

Outras opções avaliadas foram o espaguete com ovas de ouriço, por R$ 232, e o espaguete ao vôngole, por R$ 178. O robalo inteiro ao forno com batatinhas custa R$ 268, enquanto o pargo associado à visita de Madonna sai por R$ 187.

A cozinha é comandada por Raphael Marques, descrito como discreto e distante do perfil de chef celebridade. O único ponto negativo destacado foram as torradas, consideradas industrializadas, duras e secas. A avaliação foi de que o restaurante poderia oferecê-las com mais cuidado, especialmente diante dos preços.

O Satyricon também recebeu Ferran Adrià, chef espanhol do extinto El Bulli. Ele jantou no restaurante por três noites seguidas, provou praticamente todos os pratos e deixou um livro com uma dedicatória sobre a amizade gastronômica com a casa, que tem mais de 40 anos sem mudar sua essência.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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